O Processo Tutti Frutti foi um caso criminal que ocorreu em 2010 na cidade de São Paulo. O nome do processo vem do fato de que as vítimas eram todas vendedoras de frutas em uma feira livre.
O caso começou quando uma das vítimas, uma mulher de 45 anos, foi encontrada morta em sua casa. Ela havia sido estrangulada e o local do crime estava revirado, indicando que ela havia sido roubada.
A polícia logo descobriu que outras duas vendedoras de frutas também haviam sido mortas nas mesmas circunstâncias. As vítimas eram todas mulheres de meia-idade, e todas haviam sido estranguladas e roubadas.
A polícia começou a investigar o caso e logo descobriu que um homem chamado José Carlos Pereira, de 25 anos, estava envolvido nos assassinatos. Pereira era um ex-presidiário que havia sido libertado há pouco tempo.
Pereira foi preso e confessou os assassinatos. Ele disse à polícia que havia matado as mulheres porque elas tinham muito dinheiro. Ele também disse que havia roubado as vítimas e usado o dinheiro para comprar drogas.
Pereira foi condenado a três penas de prisão perpétua pelos assassinatos. Ele está atualmente cumprindo sua pena em uma prisão de segurança máxima.
O Processo Tutti Frutti foi um caso chocante que chocou a cidade de São Paulo. O caso também levantou preocupações sobre a segurança das mulheres que trabalham nas ruas.
Desde o Processo Tutti Frutti, a polícia de São Paulo aumentou as patrulhas nas feiras livres e outras áreas onde mulheres trabalham sozinhas. O caso também levou à criação de um programa de assistência às vítimas de violência chamado "Programa Tutti Frutti".
O Processo Tutti Frutti é um lembrete do perigo que as mulheres enfrentam todos os dias. É importante que as mulheres estejam cientes dos seus arredores e que tomem precauções para se protegerem.