Alice Weidel é uma política alemã que atua como co-presidente do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) desde 2017. Ela é membro do Bundestag (parlamento alemão) desde 2017 e atua como porta-voz de finanças e política económica do seu partido.
Weidel nasceu em Gütersloh, Alemanha Ocidental, em 1979. Estudou economia e administração na Universidade de Bayreuth e trabalhou como economista nos Estados Unidos e na Suíça antes de entrar na política. Ela é abertamente lésbica e vive com a sua parceira, Sarah Bossard, desde 2005.
Weidel juntou-se à AfD em 2013 e foi eleita para o Bundestag em 2017. Desde então, tornou-se uma das figuras mais proeminentes do partido. Ela é conhecida pelas suas opiniões anti-imigração e anti-UE e tem sido acusada de racismo e xenofobia. No entanto, ela também ganhou apoio de alguns eleitores pela sua postura dura em matéria de migração e pela sua oposição ao multiculturalismo.
Weidel é uma figura controversa, mas também é uma das políticas mais populares da Alemanha. É provável que continue a ser uma figura-chave na política alemã nos anos vindouros.
Weidel é uma crítica veemente da imigração. Ela disse que a Alemanha "não precisa de mais imigrantes" e tem pedido limites mais rigorosos à imigração. Ela também defendeu a expulsão dos imigrantes ilegais e a revogação da dupla cidadania.
As opiniões de Weidel sobre a imigração foram criticadas por muitos, incluindo o governo alemão. A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que as opiniões de Weidel são "racistas" e "xenófobas".
Apesar das críticas, Weidel continua popular entre alguns eleitores. Uma pesquisa de 2018 descobriu que 27% dos alemães concordam com as opiniões de Weidel sobre a imigração.
Weidel também é uma crítica veemente da UE. Ela disse que a UE é "um projecto falhado" e tem pedido a saída da Alemanha do bloco. Ela também defendeu a revogação do euro e o restabelecimento do marco alemão.
As opiniões de Weidel sobre a UE foram criticadas por muitos, incluindo o governo alemão. O ministro das Finanças alemão, Olaf Scholz, disse que as opiniões de Weidel são "irresponsáveis" e "prejudiciais para a economia alemã".
Apesar das críticas, Weidel continua popular entre alguns eleitores. Uma pesquisa de 2018 descobriu que 23% dos alemães concordam com as opiniões de Weidel sobre a UE.
Weidel é uma figura controversa, mas também é uma das políticas mais populares da Alemanha. É provável que continue a ser uma figura-chave na política alemã nos anos vindouros.
O futuro político de Weidel dependerá provavelmente do sucesso da AfD nas próximas eleições. A AfD tem ganhado popularidade nos últimos anos e é agora o terceiro maior partido no Bundestag. Se a AfD conseguir continuar a ganhar terreno nas próximas eleições, é possível que Weidel se torne ministra de um governo liderado pela AfD.
No entanto, também é possível que a AfD perca popularidade nas próximas eleições. Se isso acontecer, é possível que Weidel perca a sua posição como figura de liderança no partido. O futuro político de Weidel é, portanto, incerto, mas ela continua a ser uma figura importante na política alemã.